Oradores

Setembro – O caminho para a Circularidade dos Recursos

António Mateus

António Mateus é doutorado em Geologia, na especialidade de Metalogenia, pela
Universidade de Lisboa.

É professor catedrático na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa desde 2006
e investigador no Instituto Dom Luiz.

Os seus interesses científicos incluem a mineralogia, a geoquímica e a metalogenia.

Liderou vários projetos e organizações. Foi diretor do departamento de Geologia da Faculdade
de Ciências da Universidade de Lisboa, entre 2007 e 2009, e coordenou o mestrado em
Geologia Económica da mesma faculdade, entre 2009 e 2018. Foi também membro do
Conselho de Administração do Cluster Portugal Mineral Resources entre 2016 e 2019.

Fez parte de plataformas europeias dedicadas a prestar apoio técnico à União Europeia no
âmbito dos recursos minerais. Tem experiência como revisor científico e membro do conselho
editorial de diversas revistas científicas.


Julho – Recursos Minerais e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Filipa Luz

É, atualmente, geóloga de prospeção mineral na Almina, Minas do Alentejo. Em 2021, obteve o grau de Doutoramento em Metalogenia, na Universidade de Lisboa.

Nos últimos 10 anos, trabalhou sempre associada a projetos de prospeção mineira em Portugal.

Além disso, desde 2020, a Filipa faz parte do projeto internacional Ore Deposits Hub para divulgação gratuita e acessível de informação técnica para a comunidade dos recursos minerais.


Junho – Para que Servem os Recursos Minerais?

Júlio Santos

Desde 2007 ligado à indústria da pedra natural, já deu apoio técnico a dezenas de pedreiras de rocha ornamental e agregados, desde o licenciamento até à formação, ambiente e gestão de resíduos e equipamentos. 

Já integrou equipas de Prospeção e Pesquisa em projetos de lítio e cobalto em Portugal, Espanha e Noruega e já fez cartografia geológica e geotécnica no Aproveitamento Hidroelétrico de Laúca, em Angola.

Atualmente, é Responsável Técnico de nove pedreiras de granito e é responsável de extração das seis pedreiras da Sociedade das Pedreiras do Marco, Lda. 

Diz que adora o que faz e que é no terreno, entre o cheiro a pólvora e as diáclases do maciço granítico, que se sente realizado.


Maio – Para que Serve a Prospeção Geológica?

Patrícia Santos

Universidade do Porto

Tem experiência de vários anos em Geologia de Prospeção Mineira, associada essencialmente a projetos de prospeção de ouro no norte do país, onde desenvolveu trabalho como geóloga de prospeção e responsável de projetos.

É, desde 2018, investigadora no Departamento de Geociências, Ambiente e ordenamento do Território na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, onde estuda os impactes ambientais causados por minas abandonadas sobre os solos e águas da sua envolvente.

Entre os seus principais interesses estão a geoquímica ambiental, a prospeção geológica e os recursos minerais.


Abril – Recursos Minerais para a Transição Energética

Alexandre Lima

Adriano Miranda

Trabalha sobretudo nas áreas dos metais críticos e da divulgação científica em Ciências da Terra.

É professor de Geologia na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto desde o ano 2000. Os seus objetivos de longo prazo enquanto investigador são, especialmente, a criação de conhecimento para o estudo, avaliação e gestão de recursos minerais, principalmente no desenvolvimento da prospeção e exploração de ouro, antimónio, lítio, estanho, tântalo, nióbio e volfrâmio.

A sua pesquisa mais recente inclui trabalho de campo com recurso a ferramentas mais modernas (por exemplo, analisadores portáteis de FRX e LIBS, drones e varrimento laser), que possam contribuir para a interpretação de análises geoquímicas.


Março – Boas Práticas da Indústria Mineira

Mafalda Oliveira

Sofia Pereira

Foi a segunda mulher geóloga em Portugal a trabalhar numa mina quando, em 1989, iniciou a sua atividade profissional na mina de Neves Corvo, no concelho de Castro Verde, distrito de Beja. Desde 2005, chefia o Departamento de Barragens e Resíduos Mineiros desta mina, onde se extrai cobre, zinco e chumbo.

Licenciada em Geologia, na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Mafalda Oliveira faz parte da atual direção da Associação Portuguesa de Geólogos.

Produziu vários trabalhos e artigos publicados em congressos, workshops e revistas nacionais e internacionais da especialidade. Neste leque inclui-se a coautoria de documentos técnicos de referência internacional sobre a gestão e tratamento de resíduos da indústria extrativa. Coorientou diversas teses de mestrado e doutoramento.

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